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Patrizio Del Duca nasceu em Potenza, no Sul de Itália, mas mudou-se para a Toscânia e é lá que vive actualmente, nas montanhas perto de Florença. Fotógrafo profissional desde 1989, publicou os seus trabalhos nas melhores revistas italianas de viagens, como Viaggi di Repubblica, Gente Viaggi, Bell’Italia, Bell’Europa, Meridiani, Qui Touring, Ville e Casali, Plein Air, Io Donna, Elle, Vanity Fair, Flair, Plein Air, Plaisir de la Maison, Gardenia, Gentleman di Class. Trabalha também para house-organs (publicações internas da empresa) de empresas de topo como a Unicoop e a Mercedes. Patrizio Del Duca é repórter e já viajou por todo o mundo, tanto a desenvolver projectos pessoais como a fazer reportagens para os seus clientes. Para os seus disparos procura sempre a melhor iluminação, as atmosferas mágicas do pôr-do-sol ou da "Luz Azul", quando - por apenas um instante - a luz natural e a artificial fundem-se no ar. Passou para a tecnologia digital há alguns anos. |
Ao longo da minha carreira de vinte anos sempre utilizei câmaras Olympus. Comecei com a mítica OM1, depois a OM3. As câmaras Olympus são as minhas companheiras de viagem por todo o mundo; com elas, já viajei pela Polinésia, Índía, Seychelles, EUA, Europa e África. Há alguns anos passei para a fotografia digital graças à flexibilidade e facilidade de utilização da E1. A decisão partiu da minha afeição pela marca Olympus e da minha confiança na mesma pelo facto de nunca ter tido problemas técnicos ao longo de tantos anos de fidelização. No passado, fui algumas vezes criticado pelos meus colegas devido à minha escolha, chegando a sugerir-me outras marcas. Mas para mim a E1 é uma escolha natural depois de passar pela série OM. Estou muito satisfeito com as objectivas, que são extremamente brilhantes e luminosas. O corpo da câmara também permite um melhor manuseamento do que os da concorrência: não é pesado e tem um estilo harmonioso. A E1 tem 5 Megapixeis. Há quem diga que não é suficiente. Não para mim. As minhas fotografias ficam muito nítidas e estou muito feliz com os resultados obtidos. Agora vou passar para a nova câmara modelo da Olympus: a E3, com a qual posso trabalhar lado a lado com a minha gloriosa E1.
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