Stefan Marthaler,
nascido a 1968

 

Após a formação como desenhador, comecei a adquirir conhecimentos na área da fotografia com um grupo de fotógrafos autodidactas (GAF). Em 1995 iniciei-me como fotógrafo independente e de seguida formei uma parceria num estúdio juntamente com dois outros fotógrafos em Worb (Berna, Suíça).
Sou, desde 1999, membro activo da ‘Young Photo Professionals’ (youngpp), onde também desempenho o papel de membro do conselho de administração. Os workshops, oferecidos e organizados pela youngpp, no país e no estrangeiro, já provaram ser o meio perfeito para continuar a minha formação e para aprofundar os meus conhecimentos. Os meus trabalhos contemplam essencialmente fotografia de retrato, beleza, casamentos, moda e nus em estúdio e em exteriores, áreas em que sou especialista.
 


Desde o lançamento da Olympus E-10 que tiro fotografias com câmaras Olympus e estou muito satisfeito. Desde o início, a Olympus foi a primeira a conceber um sistema reflex de espelho para fotografia digital, em que as objectivas são perfeitamente ajustáveis ao sensor.
Ao contrário dos concorrentes, que inicialmente afirmavam que as velhas objectivas analógicas poderiam ser usadas sem qualquer dificuldade apesar de o sensor digital das câmaras apresentar requisitos diferentes em relação às objectivas, tal como o filme lá atrás no “tempo das analógicas”. Outra vantagem é o facto de as câmaras SLR-D da Olympus serem mais pequenas e, por isso, mais leves dos que os produtos da concorrência.

E é imperativo referir o estabilizador de imagem incorporado, tão bem sucedido ao estabilizar todas as objectivas. Além disso, a Olympus tem o sistema anti-poeiras mais eficaz (filtro de ondas supersónicas), que facilita e muito a minha vida como fotógrafo e foi – a propósito, inventado pela Olympus. A função Live View e o ecrã dobrável também são úteis em muitas situações – mais uma vez, a Olympus é pioneira na área.

Actualmente trabalho com a Olympus E-3 e com várias objectivas brilhantes. A E-3 é muito robusta e encaixa perfeitamente na minha mão. Nunca a trocaria – excepto por uma E-4. 

   
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